Antes de investir, a pergunta certa
Toda decisão de investimento relevante — implantar uma planta, expandir capacidade, substituir uma linha, comprar um empreendimento — se resume a uma pergunta: o projeto cria valor? O estudo de viabilidade existe para responder a essa pergunta com método, antes que o capital esteja comprometido.
A diferença entre um estudo confiável e uma planilha otimista está nas premissas. Volume, preço e margem podem vir do mercado; mas capacidade efetiva, custo de manutenção, vida útil dos ativos e necessidade de reinvestimento são premissas de engenharia — e é exatamente aí que a Stima combina a modelagem financeira com a verificação técnica em campo.
Quando o estudo é necessário
- Decisão de investimento — implantação de nova planta, expansão de capacidade, verticalização, automação e projetos de eficiência energética.
- Reformar ou substituir — comparação econômica entre retrofit de ativo existente, compra de bem novo e aquisição de usado, com o custo do ciclo de vida completo.
- Compra e venda de empreendimentos — formação de preço, avaliação de negócios em marcha e análise de carteiras de ativos.
- Operações de M&A — due diligence econômico-financeira e verificação independente das premissas técnicas do plano de negócios.
- Reestruturações e desmobilização — continuar operando, hibernar ou desativar: quantificação econômica de cada alternativa.
- Captação e garantias — estudos de suporte a financiamento de projetos e operações estruturadas.
O que fazemos
- Modelagem do projeto — fluxo de caixa descontado com VPL, TIR, payback descontado e índice de lucratividade, em modelo aberto e auditável.
- Análise de cenários e sensibilidade — cenários otimista, base e pessimista, pontos de equilíbrio e variáveis críticas do resultado.
- Avaliação de empreendimentos e negócios — fluxo de caixa descontado, múltiplos de mercado e valor patrimonial, conforme a finalidade.
- Verificação técnica das premissas — vistoria dos ativos, capacidade instalada e efetiva, vida útil remanescente, capex de manutenção e passivos de ativo.
- Estudos de alternativas — reformar × substituir, comprar × alugar, operar × desmobilizar, com recomendação fundamentada.
- Suporte à decisão — apresentação executiva para diretoria, conselho ou comitê de investimento.
Metodologia
- Entendimento do projeto — objetivo da decisão, alternativas em análise, horizonte de avaliação e restrições de capital.
- Diagnóstico técnico — vistoria e caracterização dos ativos envolvidos, capacidade, estado de conservação e necessidade de reinvestimento.
- Construção das premissas — volumes, preços, custos fixos e variáveis, capex, capital de giro e tributação, com origem documentada de cada premissa.
- Modelagem — fluxo de caixa do projeto e do acionista, taxa de desconto compatível com o risco, horizonte explícito e valor terminal fundamentado.
- Cenários e sensibilidade — simulação das variáveis críticas e identificação dos pontos de indiferença da decisão.
- Relatório e apresentação — memorial de premissas, modelo aberto, conclusão e recomendação, com apresentação aos tomadores de decisão.
Normas de referência
- IVS 2025
- International Valuation Standards — avaliação de negócios e ativos
- CPC 46 / IFRS 13
- Mensuração do valor justo e hierarquia de inputs
- CPC 27 / IAS 16
- Ativo imobilizado — capex, vida útil e depreciação
- CPC 01 / IAS 36
- Interface com o teste de recuperabilidade, quando aplicável
- ABNT NBR 14653-1
- Procedimentos gerais de avaliação de bens
Entregáveis
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre estudos de viabilidade econômica
Qual a diferença entre estudo de viabilidade e valuation?
O valuation responde quanto vale um negócio ou ativo hoje. O estudo de viabilidade responde se um investimento futuro cria valor — comparando o capital a ser investido com o fluxo de caixa que o projeto deve gerar. As técnicas se sobrepõem (fluxo de caixa descontado em ambos), mas a pergunta e o entregável são diferentes. Fazemos os dois, conforme a necessidade da decisão.
O estudo serve para apresentar a banco ou investidor?
Sim. O modelo é entregue aberto e auditável, com memorial de premissas e origem documentada de cada número — o formato que comitês de crédito, fundos e investidores esperam examinar. A verificação técnica dos ativos em campo é um diferencial frente a estudos puramente financeiros.
Por que envolver engenharia num estudo financeiro?
Porque as premissas que mais distorcem um estudo de viabilidade são físicas: capacidade efetiva menor que a nominal, custo de manutenção crescente com a idade, vida útil superestimada e capex de reposição ignorado. A vistoria técnica ancora essas premissas na realidade do ativo — e é isso que diferencia uma projeção defensável de uma planilha otimista.
Vocês analisam alternativas, ou só o projeto apresentado?
Analisamos as alternativas relevantes da decisão: reformar versus substituir, comprar versus alugar, expandir versus terceirizar, operar versus desmobilizar. O relatório apresenta o resultado econômico de cada caminho e a recomendação fundamentada.
Precisa de estudos de viabilidade econômica?
Conte o seu caso — tipo de ativo, finalidade e prazo. Retornamos com proposta técnica detalhada e cronograma.
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